Connector
A página Connector: a coluna Comunicação, sua árvore com a pasta Drivers (os drivers acrescentados à estação, com suas linhas, brokers, pastas, dispositivos e tags) e a pasta Servidores (o servidor OPC UA, o servidor Modbus e o broker MQTT), o menu Novo… que percorre essa árvore, as duas identidades que toda tag carrega e as permissões e travas que governam a edição.
O Connector é onde um dispositivo de campo vira dado que o resto da aplicação consegue ler. É a página do trilho chamada Connector, e ela abre para qualquer papel que tenha Ver Connector. A página junta a coluna Comunicação, à esquerda, uma árvore de tudo com que o Connector conversa, a um painel de detalhes à direita que edita no lugar o nó selecionado; como a própria descrição da página diz, "Selecione um nó para editá-lo no lugar. As alterações são salvas automaticamente."
A coluna Comunicação
A coluna se chama Comunicação e traz, de cima para baixo: uma caixa de busca com quatro chips de estado, a árvore e um rodapé com os comandos da coluna. A árvore tem no primeiro nível duas pastas do mesmo tipo, a pasta Drivers e a pasta Servidores, e as duas estão abertas quando a página abre.
A pasta Drivers
A primeira pasta traz os drivers acrescentados à estação, em lista plana e em ordem alfabética, com ou sem algo abaixo deles. A linha da pasta mostra Drivers, depois quantos dispositivos os drivers abaixo dela têm ("3 dispositivos") e um ponto de saúde que consolida esses drivers. Selecioná-la abre o catálogo de todos os drivers que esta estação traz, primeiro os acrescentados, sob Nesta estação, e depois os demais agrupados pelos equipamentos que alcançam, onde um driver é acrescentado e removido; os dois verbos estão descritos em A lista de drivers e a página de um driver.
| Situação | O que fica sob Drivers |
|---|---|
| Uma estação nova | Nenhum driver. A coluna abre com a pasta Drivers selecionada, então o catálogo é a primeira coisa na tela. |
| Uma estação atualizada de uma versão anterior | Os drivers que ela já usava: todo driver que tem um dispositivo, uma linha serial, um broker ou uma pasta. |
| Um driver acrescentado (Acrescentar driver na linha dele no catálogo, ou Novo… > Acrescentar driver) | O driver, sem nada abaixo dele, destacado no catálogo sob Nesta estação (a pasta Drivers continua na tela): a linha dele mostra "0 dispositivos" ("0 linhas · 0 dispositivos" no Modbus RTU, "0 brokers MQTT · 0 dispositivos" no MQTT). |
| O último dispositivo, a última linha serial, o último broker ou a última pasta de um driver excluídos | O driver fica, de volta a "0 dispositivos". |
| Um driver removido (Remover o driver na linha dele no catálogo, na barra dele ou no menu de contexto dele) | Nada: o driver sai da árvore e a linha dele no catálogo volta à sua categoria. Remover não exclui nada, por isso é recusado enquanto o driver tem um dispositivo, uma linha serial, um broker ou uma pasta, e um driver que tem algum deles está sempre acrescentado. |
| Um driver que este pacote não carrega, nomeado por um dispositivo salvo | O driver e os dispositivos dele, enquanto algum deles existir. |
A pasta Servidores
A segunda pasta traz o que a estação abre na rede, à qual outros sistemas e dispositivos se conectam: o Servidor OPC UA, que publica os dispositivos e as tags deles para clientes OPC UA, o Servidor Modbus, do qual CLPs, IHMs e sistemas prediais leem as tags e as variáveis da Logic da estação, e o Broker MQTT, que recebe as mensagens que os dispositivos da rede publicam. As três linhas estão sempre lá, nessa ordem. O acesso remoto, que abre os próprios dashboards da estação num navegador em outro dispositivo, não fica aqui: ele tem uma página própria na barra lateral, Acesso remoto. Nenhuma delas é um driver nem tem filhos; cada uma mostra o próprio estado ("Desligado" em toda estação nova) ao lado de um ponto, verde enquanto escuta e vermelho quando está ligada mas não é alcançada, e nenhum dos pontos entra no resumo da pasta Drivers nem na barra de status. Selecionar uma abre o painel dela; as três estão descritas em Servidores. A linha da própria pasta não traz contagem nem ponto, e selecioná-la não abre painel nenhum, só a frase "Selecione um servidor para ver o estado e as configurações dele."
A busca e os chips de estado
| Controle | O que faz |
|---|---|
| Caixa de busca ("Busque drivers, linhas, dispositivos, tags") | Reduz a árvore às linhas cujo nome contém o texto, sem diferenciar maiúsculas de minúsculas. Um acerto num driver, numa linha serial, num broker ou numa pasta mantém tudo que está abaixo, e o mesmo vale para um acerto no nome de uma das duas pastas do primeiro nível: "Drivers" mantém todo driver acrescentado, "Servidores" as três linhas dela. Uma linha serial também casa pela sua tupla física (porta, baud, formato, timeout), um broker pelo endereço dele e um servidor pelo nome. Os galhos com acerto se expandem enquanto você digita. |
| Todos | Sem filtro de estado. |
| OK | Dispositivos, linhas e brokers habilitados e Conectados, ou ainda sem o que julgar, incluindo um dispositivo cujo host ainda não foi informado e as tags habilitadas dele; tags habilitadas que estão lendo agora uma medição dentro dos seus limites; um servidor ligado que não falhou ao iniciar. |
| Problemas | Dispositivos, linhas e brokers habilitados, porém Desconectados ou Parcialmente conectados; tags habilitadas sem valor (a não ser que fiquem de fora da saúde do dispositivo porque o primeiro valor delas desde que o dispositivo conectou ainda não chegou), com um substituto, com um valor fora dos seus limites ou com uma leitura que calou, num dispositivo que a estação está lendo; um servidor ligado que não conseguiu iniciar (o servidor Modbus também quando outro programa ocupa a porta dele). |
| Desligados | Dispositivos, linhas, brokers e tags desabilitados, e todas as tags de um dispositivo desabilitado. Um dispositivo sob uma linha serial ou um broker desabilitado conta como Desligado, e as tags dele também. Um servidor desligado conta como Desligado. |
Um chip e o texto da busca se somam. O nó selecionado continua sempre visível, para que o painel nunca edite uma linha que você não enxerga. Um driver sem nada abaixo dele ou só com uma pasta vazia, e a pasta Drivers enquanto não traz driver nenhum, só aparecem em Todos, ou quando a busca casa com o próprio nome deles.
A árvore
Os formatos, decididos por driver:
- Todos os drivers, menos o Modbus RTU e o MQTT: Driver > Pasta (até dois níveis) > Dispositivo > Tag. As pastas vêm primeiro, em ordem de nome, e depois os dispositivos arquivados no nível do próprio driver.
- Modbus RTU: Driver > Linha > Dispositivo > Tag. Os dispositivos ficam pendurados na linha física que compartilham e não recebem pasta.
- Generic serial and TCP: os dois lado a lado. As linhas seriais dele vêm primeiro, cada uma como Driver > Linha > Dispositivo > Tag, e depois as pastas e os dispositivos de rede, como em qualquer outro driver.
- SCPI instruments: o mesmo, as linhas seriais dele primeiro, depois as pastas e os dispositivos alcançados por TCP ou pelo VISA.
- Omron: o mesmo, as linhas seriais dele primeiro, depois as pastas e os CLPs alcançados pela rede.
- MQTT: Driver > Broker > Dispositivo > Tag. Os dispositivos ficam pendurados no broker cuja conexão compartilham e não recebem pasta.
Sob a pasta Drivers, os drivers aparecem em lista plana, em ordem alfabética, sem grupos por categoria. As tags de um dispositivo também aparecem em ordem de nome, com maiúsculas ou não, na árvore e dentro de cada grupo de tipo da grade de tags do dispositivo; uma tag adicionada ou renomeada vai para o seu lugar na hora. Um driver fica na árvore desde o momento em que é acrescentado até ser removido, tenha o que tiver abaixo dele. Cada linha resume o que existe abaixo dela:
| Linha | Mostra |
|---|---|
| Driver | Nome, "3 dispositivos" (Modbus RTU, e Generic serial and TCP, SCPI instruments ou Omron quando tem uma linha: "1 linha · 2 dispositivos"; MQTT: "1 broker MQTT · 2 dispositivos") e ponto de saúde. |
| Linha serial | Nome, um marcador de erro quando a porta falhou, o texto de estado e a contagem de dispositivos ("Conectado · 2 dispositivos") e ponto de saúde. |
| Broker | Nome, um marcador de erro quando o broker não pode ser alcançado, o texto de estado e a contagem de dispositivos ("Conectado · 2 dispositivos") e ponto de saúde. Veja MQTT. |
| Pasta | Nome, "2 dispositivos" ou "vazio", e um ponto de saúde consolidado de todo dispositivo lá dentro, subpastas incluídas. |
| Dispositivo | Nome, um marcador de erro que leva o último erro como dica, depois "4 tags configuradas", ou "Esperando a aprovação do certificado", ou "Host ainda não informado" ("Dispositivo NI-DAQmx ainda não informado" num dispositivo NI-DAQmx, "Pasta ainda não informada" num dispositivo File, "Servidor ainda não informado" num dispositivo Database, "DevEUI ainda não informado" ou "EUI da estação ainda não informado" num dispositivo LoRaWAN), ou "Driver não incluído neste pacote.", e então o ponto de saúde. |
| Tag | Um glifo do tipo de dado (numérico, booleano, data, texto), o nome, um marcador de erro quando a última leitura falhou e um ponto ao vivo: âmbar quando o valor é um substituto, quando o estágio de Limites levantou uma falha ou quando a leitura calou, verde enquanto a tag tem valor, cinza nos demais casos, e cinza, mostre o que tiver mostrado por último, numa tag que a estação não lê: uma desabilitada, ou uma cujo dispositivo está desabilitado, está sob uma linha desabilitada ou ainda não tem host informado. |
As cores dos pontos e os textos estão explicados em Habilitação e saúde. Clicar com o botão direito numa linha a seleciona e abre um menu que espelha a barra de comandos daquele nó; uma linha em que o papel não pode fazer nada não abre menu. O divisor entre a coluna e o painel pode ser arrastado para redimensionar.
O rodapé: Novo…, Expandir tudo, Recolher tudo
| Comando | O que faz | Esmaecido quando (situação) | Não aparece quando (papel) |
|---|---|---|---|
| Novo… | Abre o menu da coluna, o mesmo qualquer que seja a linha selecionada: Acrescentar driver e depois uma entrada por driver acrescentado, que percorre a árvore até a Nova tag de um dispositivo (veja O menu Novo…). | Uma execução segura a estação ou o runtime está parado (a dica leva o motivo), ou uma varredura de descoberta ou um pareamento Matter está em andamento ("Termine a varredura ou o pareamento em andamento antes de acrescentar qualquer coisa."). | Sem Configurar Connector. |
| Expandir tudo / Recolher tudo | Abre ou fecha todos os galhos, inclusive as duas pastas do primeiro nível e os grupos de driver. Recolher tudo deixa a coluna nas suas duas pastas, Drivers e Servidores. | Nunca: a pasta Servidores sempre tem as suas três linhas para abrir. | Nunca. |
O menu Novo…
O menu lê a árvore, nunca a seleção. Ele abre com Acrescentar driver e depois, após um separador, uma entrada por driver acrescentado, na ordem da árvore. A entrada de um driver lista primeiro o que pode ser criado sob o driver e depois, após um separador, as próprias linhas do driver, cada uma de novo um submenu do que ela aceita e do que ela traz, até um dispositivo e a Nova tag dele. Nenhum item nomeia onde vai cair: o caminho que levou até ele diz isso.
| Entrada | O que lista | O que os itens dela fazem |
|---|---|---|
| Acrescentar driver | Os drivers que este pacote carrega e que ainda não foram acrescentados, pelo nome, sob o nome da sua categoria na ordem do catálogo Drivers. | Acrescenta o driver como o Acrescentar driver do catálogo: a tela vai para a pasta Drivers, cujo catálogo destaca a linha do driver, com o driver sob a pasta na árvore. Quando todos os drivers estão acrescentados, a entrada continua, esmaecida: "Todos os drivers que esta estação traz já foram acrescentados." |
| Um driver | Nesta ordem, o que o driver aceita: Novo dispositivo (todo driver cujos dispositivos ficam logo abaixo dele, então não o Modbus RTU, o MQTT nem o Matter), Nova linha serial (Modbus RTU, Generic serial and TCP, SCPI instruments, Omron), Novo broker (MQTT), Parear dispositivo (Matter) e Nova pasta (todo driver cujos dispositivos aceitam pastas, então não o Modbus RTU nem o MQTT); depois as linhas seriais, os brokers, as pastas e os dispositivos dele, como a árvore os desenha. | Cada um faz o que o mesmo verbo faz na página do driver. Parear dispositivo abre o formulário de pareamento na página do Matter e continua esmaecido com "Acrescente primeiro a rede em que o dispositivo vai entrar." enquanto nenhuma rede do cartão Redes serve. |
| Uma linha serial ou um broker | Novo dispositivo, depois os dispositivos dele. | Cria um dispositivo naquela linha ou naquele broker. |
| Uma pasta | Novo dispositivo (sob o Matter, ele abre o formulário de pareamento, e o dispositivo pareado é arquivado naquela pasta) e Nova subpasta (só numa pasta do primeiro nível), depois as subpastas e os dispositivos dela. | Cria o dispositivo, ou a subpasta, dentro daquela pasta. |
| Um dispositivo | Nova tag. | Acrescenta uma tag ao dispositivo, como o Acrescentar tag dele: a tela vai para a página do dispositivo, com a tag destacada na grade de tags dele. |
Nenhuma criação abre o que criou: a tela vai para a página do pai (a pasta Drivers, o driver, a linha, o broker, a pasta ou o dispositivo), a árvore seleciona esse pai e o expande, e a linha nova fica destacada na tabela do pai e rolada até ficar à vista. O destaque fica até você escolher outra coisa; o Abrir da linha, ou a linha dela na árvore, abre o item. Sob um driver que este pacote não carrega, todo item menos Nova tag continua esmaecido com "Driver não incluído neste pacote." O menu não cria servidor, porque a pasta Servidores traz as três linhas que a estação tem, e não lista tag. Cada nome fica numa linha só, e uma lista longa rola. Um submenu continua aberto enquanto o ponteiro atravessa outras linhas a caminho dele: ele se fecha, ou dá lugar a outro, só depois que o ponteiro descansa cerca de um terço de segundo em outro lugar, e um clique troca na hora. Mover para uma pasta um dispositivo que já existe é um comando do dispositivo, descrito em Pastas de dispositivos.
O painel de detalhes
Sem nada selecionado, o painel mostra "Selecione um driver, uma linha serial, um dispositivo ou uma tag na árvore para inspecionar e editar. As mudanças são salvas automaticamente." A pasta Drivers abre o catálogo, a pasta Servidores mostra "Selecione um servidor para ver o estado e as configurações dele.", e todo outro nó abre o painel documentado na sua própria página, mais abaixo.
As edições são salvas sozinhas: um campo de texto ou de número salva quando você sai dele (ou pressiona Enter), um interruptor ou uma caixa de seleção quando você o vira, uma lista quando você escolhe. Edições rápidas num mesmo dispositivo se juntam num único salvamento cerca de meio segundo depois da última. Um salvamento que a estação recusa volta ao que o banco guarda e o motivo cai no feed de ações no rodapé da janela; uma edição que deixaria o dispositivo inutilizável (um nome em branco) não é salva, e o painel diz o que falta. Enquanto a página está aberta, os valores da árvore e dos painéis se atualizam uma vez por segundo.
Chave de barramento e endereço: as duas identidades de uma tag
Toda tag carrega dois nomes, e a diferença decide quanto custa uma mudança.
A chave de barramento é <Driver>.<Device>:<Tag>, por exemplo ModbusTcp.Furnace:Temperature. É o que o Connector lê ciclicamente e o servidor OPC UA embutido publica, o que um canal do Process vincula e o nome que os clientes OPC UA externos enxergam. A parte do dispositivo é o tipo do driver mais o nome do dispositivo com todo caractere que não é letra nem dígito trocado por sublinhado. A chave de barramento ignora pastas: arquivar um dispositivo em outro lugar não muda nada no barramento.
O endereço é Connector.<Driver>.<Folders…>.<Device>.<Tag>, por exemplo Connector.Simulated.Air.CompressedAir.HeaderPressure. É o caminho que a árvore mostra, com cada segmento higienizado do mesmo jeito (um dígito inicial ganha um sublinhado na frente), e é o que as expressões do Logic, os scripts, as condições de alarme e os vínculos de dashboard digitam. Renomear um dispositivo ou uma tag, arquivar um dispositivo numa pasta e renomear ou remover uma pasta são todos mudanças de endereço, e a aplicação reescreve na mesma operação todo consumidor do endereço antigo; os campos de nome mostram antes quantas referências vão junto. O espaço de endereços do Logic lê os mesmos endereços.
Nomes de dispositivo só precisam ser únicos dentro do seu driver, sem diferenciar maiúsculas de minúsculas: um dispositivo Modbus TCP e um OPC UA podem se chamar Furnace, porque as identidades de barramento são ModbusTcp.Furnace e OpcUa.Furnace. Dois dispositivos habilitados sob um driver cujos nomes normalizam para o mesmo segmento técnico (Line A e Line-A) colidem, e os dois ficam de fora da leitura cíclica em vez de um vencer; as linhas deles não leem valor até que um seja renomeado ou desabilitado. Uma identidade técnica de dispositivo é limitada a 128 caracteres. Sob um mesmo driver, uma pasta e um dispositivo no mesmo nível também não podem higienizar para o mesmo segmento, porque um endereço não pode ser ao mesmo tempo um galho para expandir e um ponto para ler.
Não existe importação nem exportação separada da árvore do Connector: a configuração viaja com os backups da aplicação.
Limites de engenharia
O Connector nunca deixa de ser uma superfície de leitura ao vivo, mas a configuração dele é recusada em duas situações, e a página diz qual delas:
- Uma execução do Process segura a estação. Um aviso chamado "Engenharia travada" explica que uma operação de unidade está ativa e que a configuração fica somente leitura até toda unidade terminar, enquanto os controles da execução e as demais ações do operador continuam disponíveis. Todo verbo que muda alguma coisa continua desenhado e esmaecido, com o motivo "A configuração está travada enquanto uma Unidade está em execução."
- O runtime está parado. Um aviso chamado "Runtime parado" diz que a aquisição, o Logic e a gravação estão pausados e que toda mudança é recusada até o runtime ser reiniciado, com a configuração e as execuções gravadas intactas. Os mesmos verbos ficam esmaecidos com o motivo "Runtime parado", e os valores da árvore viram lacunas quando a comunicação para.
Ler, buscar, selecionar, as ações de linha Abrir e Copiar o valor numa tag continuam disponíveis nas duas situações.
Permissões
Três bits do Connector, listados por inteiro em Permissões, decidem o que a página desenha:
| Permissão | O que libera |
|---|---|
| Ver Connector | A página, a árvore e todos os painéis em somente leitura. Os editores ficam inertes com uma nota em cima: "Mudar o Connector exige a permissão “Configurar Connector”." Os verbos que o papel nunca poderá usar simplesmente não são desenhados: Novo…, Acrescentar driver e Remover o driver, Acrescentar e Parear, Habilitar e Desabilitar, Reconectar, Copiar dispositivo, o grupo Excluir, os grupos de ação de linha além de Abrir, Acrescentar tag, Descobrir tags, as marcas de edição em massa, o campo de escrita e o aparato de Substituir. Atualizar, Abrir e Copiar valor ficam. |
| Calibrar tags | Tudo que o Ver dá, mais o estágio de Calibração de uma tag: a caixa de seleção, os dois campos e o assistente de dois pontos. Nada mais fica editável; veja Calibração. |
| Configurar Connector | A página inteira: acrescentar e remover drivers, criar, alterar, habilitar, desabilitar e excluir linhas seriais, brokers, pastas, dispositivos e tags, descoberta, pareamento, escritas, substituição de referências, o servidor OPC UA com a configuração e o acesso de clientes dele, o servidor Modbus com o mapa de registradores dele, e o broker MQTT com a autenticação dele. |
Todo comando lê a permissão de novo quando é executado, então um verbo que foi desenhado para um papel que mudou desde então é recusado com a mesma mensagem, em vez de executado.
Nesta área
| Página | Assunto |
|---|---|
| A lista de drivers e a página de um driver | O catálogo de todos os drivers da estação na pasta Drivers, a página de um driver com sua tabela de dispositivos e seus verbos, e o estado "Driver não incluído neste pacote". |
| Servidores | O servidor OPC UA, o servidor Modbus e o broker MQTT: ligar e desligar cada um, a configuração e o acesso de clientes do servidor OPC UA, a porta, os clientes e o mapa de registradores do servidor Modbus, e a porta, os clientes e a autenticação do broker MQTT. |
| Linhas seriais | A linha serial do Modbus RTU, do driver Generic serial and TCP, do driver SCPI instruments e do driver Omron: sua tupla física, seus tempos, seus estados, a varredura de unidades e os dispositivos arquivados sob ela. |
| Pastas de dispositivos | Criar, renomear, remover e mover dispositivos entre pastas, e como uma pasta compõe o endereço. |
| Dispositivos | A página do dispositivo: cabeçalho e verbos, os cartões Dispositivo e Conexão por driver, credenciais e certificados, a grade de tags com edição em massa, cópias e colisões. |
| Tags | A página da tag, cartão por cartão: Geral, Origem por driver, Conversão, Valor ao vivo e Usada por. |
| A cadeia de valor | A conversão tipada que leva a leitura bruta até o valor de engenharia, e o que uma leitura ausente mostra. |
| Calibração | O estágio de Calibração, o assistente de dois pontos passo a passo e o que a permissão Calibrar tags libera sozinha. |
| Descoberta | Deixar um driver varrer a rede atrás de dispositivos ou pontos, revisar os candidatos, adicioná-los e parear um dispositivo Matter. |
| Habilitação e saúde | O que participa da aquisição em cada nível, os pontos, os chips, a barra de status, o Último erro, Reconectar e Atualizar. |
Os drivers em si, uma página por protocolo com seus campos de conexão, endereçamento, tipos, descoberta e comportamento de escrita, estão agrupados em Drivers.